O Elefante Voador e a magia do Natal

Na manhã do dia 12 de dezembro de 2023, os alunos de ACS da UEE da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Caniço deslocaram-se ao Cine-teatro Santo António para assistir à nova peça apresentada pela ATEF – Associação Teatro Experimental do Funchal intitulada O Elefante Voador.


Esta atividade foi desenvolvida no âmbito do projeto de Competências Sociais e da disciplina de Inglês (6º e 9º), tendo como objetivo celebrar a época festiva do Natal e principalmente promover valores como a humildade e a empatia, o respeito pela diferença e pelos direitos dos animais, assim como alertar para a situação problemática vivida atualmente pelas artes, sejam elas circenses ou teatrais.
O circo Medici estava a passar por graves dificuldades financeiras e todos os seus artistas tentavam levá-lo ao sucesso. O Holt, antigo artista circense, regressa da guerra e, com a ajuda dos seus filhos, ajudam o novo elefante bebé a superar o medo de ser diferente (e as atitudes dos outros para com essa diferença: o gozo e os maus tratos), ensinando-o a voar. Afinal o que aparentemente era um defeito (as suas orelhas gigantes) tornou-se num dom que possibilitou salvar o circo e os seus artistas.
Depois de várias peripécias, nas quais tem um papel relevante a ganância pelo dinheiro e pelo poder, vence a amizade, que permite aos artistas circenses libertarem os animais ao seu habitat natural e construir as bases de uma arte sem animais e de respeito pela diferença.
Neste contexto, deixamos aqui, neste artigo para os media da sua escola, a opinião dos alunos sobre o espetáculo ao qual assistiram.
A personagem de que mais gostei na peça de teatro:
Tomás: Foi o militar, Holt, porque era engraçado e diferente dos outros, pois não tinha um braço (que tinha perdido na guerra).
Marco: Foi, também, o militar porque ele ajudou o elefante Dumbo a escapar para a selva (o seu habitat natural) e encontrar a sua mãe.
David: Foram a mãe elefanta porque cuidou do seu bebé; o mágico Puck porque ele fazia magia: fazia as coisas aparecerem e o Homem de ferro, Rongo, porque pegava nos pesos mais fortes sem chorar.
Lara: Foi o elefante grande, ou seja, a mãe elefanta, porque ela era amiga do seu bebé.
Nuno: Foi, também, a mãe elefanta, porque ela cuidou sempre do seu bebé.
Alexandre: Foi o Dumbo porque ele era divertido e engraçado e conseguia voar com uma pena no nariz. Para compreender isto é preciso usar a nossa imaginação.
Maria: Foi a bailarina (artista do trapézio) porque ela conseguia dançar no ar.
Sofia: Foram o pai e as crianças, Mila e Joe, porque eles eram muito bem-comportados e ajudavam a sua família do circo Medici.
Miguel: A personagem do Elefante Voador de que mais gostei foi o dono do circo o sr Medici porque ele ficava triste com a destruição do circo. Também gostei do Tobias, assistente do novo dono do circo, porque era uma personagem muito cómica. Mas não gostei do treinador dos elefantes porque ele batia nos elefantes com um chicote.
Foi uma manhã muito bem passada e que cumpriu os objetivos propostos, pois trouxe alegria e magia às nossas crianças e jovens.

Elaborado por: Márcia D.N. Rodrigues e alunos de ACS

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